
Carro arrematado como sucata não pode ser usado para trafegar
Fonte: Jurisite.
Segundo entendimento unânime da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça, carro leiloado judicialmente como sucata não pode ser reformado e colocado novamente nas ruas.
Novo CPC encarece processo e advogados apostam em mudança de cultura
Fonte: Conjur.
Por estabelecer multas maiores por litigância de má-fé e o aumento dos honorários recursais cada vez que uma das partes resolver avançar para outra instância, o novo Código de Processo Civil pode ser um fator de mudança na cultura do litígio no país. A tese foi explorada durante seminário sobre o CPC organizado pelo escritório Souza Cescon. Outro ponto destacado é que a lei importou aspectos da arbitragem, como a negociação processual, o que pode estimular empresas a passarem a recorrer à Justiça ao invés de arbitragem — a primeira é mais barata que a segunda.
Juiz americano traz ao Brasil modelo básico para "desentupir" Judiciário
Fonte: Conjur.
Aos 87 anos e ainda na ativa, o juiz federal norte-americano John Clifford Wallace tem percorrido o mundo com o objetivo de estimular a mediação. Chegou ao Brasil depois de viagens recentes a 11 países, sempre pregando um modelo que considera simples e infalível para desafogar o Judiciário. O termo mais correto é desentupir, porque Wallace costuma desenhar um cano como metáfora para o sistema.
Enfermeira torturada na Ditadura militar será indenizada pela União
Fonte: Conjur.
Fuzilamento simulado e a aplicação do “soro da verdade” — substância usada para tentativa de controle psíquico do torturado — foram algumas das torturas usadas pelos militares contra uma enfermeira que ganhou da União no Superior Tribunal de Justiça o direito a uma indenazação por dasno morais. O caso chegou ao STJ porque o Estado brasileiro moveu recurso especial alegando que o pedido de reparação da autora da ação prescreveu.
Promotora aposentada e filha condenadas por falsificação de termo de audiência
Fonte: Conjur.
A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em sessão realizada na quinta-feira (25/2), condenou a promotora de Justiça aposentada Maria Cristina Monteiro Sanson, e sua filha, a advogada Ana Cristina Monteiro Sanson, por falsificação de documentos. A filha se passou pela mãe durante audiência de apresentação de adolescentes infratores no Centro de Atendimento da Criança e Juventude (Ciaca) em Porto Alegre.
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