
Advogada do BB demitida após integrar ação ajuizada pelo sindicato, receberá R$ 600 mil
Fonte: Migalhas.
Uma advogada do Banco do Brasil em Natal/RN demitida após 26 anos de trabalho receberá R$ 600 mil de indenização por dano moral. Decisão é da 7ª turma do TST, que não conheceu de recurso do banco contra a condenação, segundo a qual a dispensa teve nítido cunho discriminatório e de retaliação, pois ocorreu após ação ajuizada pelo sindicato, na qual a funcionária figurava como substituída.
Aprovação em concurso público pode garantir colação de grau antecipada
Fonte: Âmbito Jurídico.
A Sexta Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) confirmou sentença da 27ª Vara Federal do Rio de Janeiro ratificando a liminar que garantiu ao então aluno S.B.S. a colação de grau antecipada na Universidade Estácio de Sá, onde era aluno do Curso de Direito. O estudante havia implementado todos os requisitos curriculares exigidos e, por ter sido aprovado em concurso público, não podia aguardar o cronograma oficial da instituição de ensino superior.
Juiz de Ohio condena católico a frequentar Igreja Batista
Fonte: Conjur.
O juiz William Mallory, do Condado de Hamilton, Ohio, só manda réus para a cadeia, quando não consegue escapar da camisa de força das duras Diretrizes de Sentenças, que prevalecem nos EUA para crimes mais graves. De outra forma, ele aplica penas alternativas — e se orgulha de sua criatividade ao fazê-lo.
Demitir funcionário por ele namorar colega é discriminação, decide TST
Fonte: Conjur.
Demitir um funcionário por ele namorar uma colega de trabalho é ato discriminatório e deve ser reparado com indenização. O entendimento é da 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que condenou uma rede de lojas do Rio Grande do Sul a pagar R$ 5 mil de danos morais a um trabalhador que passou pela situação.
Ministra Laurita Vaz é eleita presidente do Superior Tribunal de Justiça
Fonte: Conjur.
O Superior Tribunal de Justiça elegeu nesta quarta-feira (1º/6) a ministra Laurita Vaz presidente da corte. Ela é primeira mulher a presidir o tribunal, criado em 1989. O ministro Humberto Martins foi eleito vice-presidente. O novo corregedor-geral de Justiça será o ministro João Otávio de Noronha — seu nome ainda precisa ser aprovado pelo Senado. Todos foram eleitos por aclamação.
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