
Funcionário que mentiu em inicial é condenado por má-fé
Um funcionário foi condenado por litigância de má-fé após admitir em julgamento que mentiu sobre as condições de trabalho ao ajuizar a ação. A decisão é da juíza do Trabalho substituta Karina Lima de Queiroz, da 12ª vara do Trabalho de Goiânia/GO.
STJ mantém indenização de R$ 3 mil a pedestre que se acidentou em buraco
Um homem deverá ser indenizado em R$ 3 mil após sofrer acidente em um buraco na via pública do município de Mauá/SP. A decisão é da 2ª turma do STJ, que não conheceu do recurso e manteve o valor indenizatório fixado no TJ/SP.
Interesse público se sobrepõe a direito de bancário não trabalhar aos sábados
Se a economia do país depende de os bancários trabalharem alguns sábados e domingos para melhorar de situação, então isso deve ser feito. Esse foi o entendimento da 5ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que não acolheu ação civil pública do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiários de Guarulhos e Região contra a Caixa Econômica Federal.
Parte é condenada por má-fé após questionar negativação
A juíza de Direito Mariana Teixeira Lopes, da 8ª vara do Juizado Especial Cível de Salvador/BA, condenou a autora de um processo contra a Telefonica, hoje Vivo, a pagar multa de R$ 750 (5% do valor da causa) por litigância de má-fé.
Uso indevido de marca gera dano moral presumido à empresa
Uso indevido da marca configura dano moral à pessoa jurídica, pois acabam sendo atingidas, forçosamente, a reputação, a credibilidade e a imagem da empresa perante todo o mercado (clientes, fornecedores, sócios, acionistas e a comunidade em geral), além de haver o comprometimento do prestígio e da qualidade dos produtos ou serviços ofertados. Este foi o entendimento da 4ª turma do STJ, por maioria, ao dar provimento a recurso de uma instituição de ensino que buscava a indenização.
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